2 de mar de 2013

O rio


... e esse rio que não passa nunca...
Desce doce e lento ao mar
Queria faze-lo passar mais depressa
e depois ve-lo secar
Mas me transborda esse rio, me espelha
Me inunda... quase me afoga
Queria que secasse esse rio
e nascessem flores em seu lugar
Mas ele continua a descer doce e lento ao mar...

regina ragazzi

6 comentários:

  1. Olá doce Regina!

    Acho que estou com um rio desse dentro de mim, também. Ainda bem que sao águas doces.

    Linda poesia e o novo blog!

    Levando o link pra voltar.

    Beijo

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  2. Limerique

    O manso rio é honesto mas obtuso
    Se mantém no seu jeito concluso
    Não liga prá poeta
    É outra sua meta
    Pois o leito é apenas pro seu uso.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Limerique

    O rio corre lento, a poeta sonha
    Aquele obtuso, esta bisonha
    Talvez domá-lo ela queira
    Mas é rematada besteira
    Ao rio nada há que se aponha.

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  5. Que lindo amiga, que doce, que encanto. Bjinhos pra ti

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