7 de dez de 2012

Acorrentada

regina




Nó  preso na garganta
Corpo inteiro acorrentado
Sangue fervendo nas veias
Pulso acelerado...

Correr prá onde? Prá que?
Inúteis mãos, desvalidas
Não servem prá nada
Nem prá cuidar das feridas
Ah, essa maldita!

regina ragazzi

Um comentário:

  1. Limerique

    Poeta sente sualma acorrentada
    E ao olhar ao redor não vê nada
    Nem correr pode
    Ninguém a acode
    Percebe sua cruz muito pesada.

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